04/12/2016

NADA SURF no Lisboa ao Vivo || Musica


Saí de lá tão, mas tão feliz. Sabem quando uma banda que gostam muito 
toca igualzinho ao que ouvimos no cd? Assim foram os Nada Surf. 

Fui vê-los ao Lisboa ao Vivo, no passado dia 26 de Novembro. E adorei. Foi num espaço relativamente pequeno o que me fez gostar ainda mais da experiência. Não havia cá confusões. Abalámos da terrinha pouco depois das 14h, apanhámos chuvadas, raios de sol, chuvada outra vez… Mas o que é certo é que chegámos cedo… Bem cedo. 

Chegámos ao local do evento e no que vemos o espaço - dou de caras com o vocalista da banda. Estava sentado a conversar, ali mesmo na minha frente. Eu parecia uma criança a rir baixinho com a alegria. Mas pronto, como ainda era cedo, saímos para ir comer qualquer coisa. SEI É QUE FARTEI-ME DE ANDAR em busca de um lugar para comer! Lá encontrámos um cafézinho depois de ter gasto as pernas até aos joelhos. 



20h e estavam as portas abertas. Após termos sido revistados fui logo em direcção à zona do merchadise. Comprei uma blusa, o meu cd preferido e toca a ir lá para a frente. Uma hora depois e entram eles em palco… Caiu-me tudo quando os ouço a tocar a primeira musica, a “Cold to see Clear” do novo álbum. Era idêntico ao que ouvira no CD. Peguei no telefone do meu irmão e tirei uma foto a cada um dos elementos, depois disso foi desfrutar do concerto até ao fim. Soube-me pela vida. Ali mesmo na frente deles cantei, saltei, dancei… Foi espectacular! Cantaram todas as canções que gostava (incluindo as que partilhei aqui no blog), menos a minha preferida das preferidas. Ainda assim fizeram-me apaixonar por outras mais, como a Rushing - que ao vivo mais bonita é, e todos em sintonia com a Blankest Year

O concerto termina com a canção que achávamos nós que ia ser a de abertura - a Blizzard of 77. Melhor foi o quando o vocalista põe-se mesmo na frente do meu irmão. A distância que nos separava do palco era menos de um metro, por isso imaginem. (Se quiséssemos conseguíamos até pôr os casacos lá em cima.) A musica foi tocada sem microfones! Era apenas a guitarra, a banda, e nós... Todos a cantar como se fosse um hino. Foi BRUTAL.



Até às 23h estive noutra realidade, longe de stress e tristezas. Numa bolhinha de felicidade extrema. O concerto acaba e vejo o vocalista mesmo ali perto. Não sei como, mas tive bolas e fui falar com ele. Perguntei-lhe se podia tirar uma fotografia com ele e autografar o meu álbum... O sr. Mathew Caws foi 5 estrelas, super simpático.

Se algum dia a banda regressar a Portugal, lá estarei de certeza!

via Instagram @alice_inabigworld

02/12/2016

Natal 2016 || Wishlists



Continuo a sonhar alto. Mas isso é sempre assim quando dou largas à imaginação. ^^

Fotografia reina na lista deste ano. A adorada lente de abertura 1.8f da Canon, e novidade da Instax - recargas a preto e branco! Gostei também dos sketches cómicos da Sarah's Scribbles, maneiras que gostava de ter o livro "Adulthood is a Myth". Na música, um leitor de vinil e o novo álbum dos Nada Surf como bónus. Ainda assim, prioridade na lista é um telefone novo. O meu está a dar sinais de estar a bater a bota, e o P8 Lite da Huawei fez-me olhinhos.

E vocês? Quais os vossos desejos de Natal?

29/11/2016

Novembro 2016 || Monthly Favourites



Ai Novembro...
(Acabas já amanhã, e ainda bem.)

Comecei o mês aborrecida. Não sei se foi a mudança de tempo, por o dia escurecer mais depressa, mas andei com uma nuvem escura por cima de mim. Estava complicado sair daquele estado de espírito mas lá consegui. Tive dias que o coração estava no tamanho de um grão de areia, onde a única solução era refugiar-me nos meus livros de pinturas.

Mas Novembro não foi mau de um todo. Uma das minhas recentes “descobertas” musicais viria a Portugal quase no final do mês, e não pensei duas vezes – ofereci ao meu irmão bilhetes para os Nada Surf. Foi simplesmente maravilhoso. Mas mais feliz fiquei em ver que ele adorou o concerto.

Este mês também, tiraram-me da minha zona de conforto. “Tiraram”… Correto será dizer, "Estenderam-me a mão e eu saí por vontade própria”. Acrescentei à minha lista de lugares preferidos, lugares esses que nunca esperava vir a gostar. 

Foi o mês das fotos em formato mini, das tostas mistas com riso à mistura, das cantorias no carro, dos cházinhos de ananás, de comer "esparguete com esparguete", dos álbuns autografados, das fotos com artistas, e de perceber que tenho de aproveitar cada momento o melhor possivel... Deixar as fotografias à parte e fotografar com a memória. 

E vocês? Que tal de Novembro?